Não sou católico. Mas sou cristão. Estou triste - mas não surpreso - ao presenciar o estertor agonizante da liberdade de expressão, do respeito aos direitos de um segmento da sociedade, da
convivência civilizada entre discordantes. Pouco a pouco voltamos a barbárie
pré-cristã.
"Na Marcha das Vadias de Copacabana
aconteceu aquilo que acontece sempre que um grupo da extrema-esquerda
tem a possibilidade de agir segundo os seus verdadeiros desejos e
planos: desrespeito e ataque ao Cristianismo (em especial à Igreja Católica)...
Uma das acções mais nojentas e de teor altamente polémico foi o facto
das feministas terem usado a imagem da Virgem Maria como objecto sexual.
... Por fim, uma das feministas agarrou no que sobrava duma cruz, colocou um
preservativo sobre ele e enfiou-o no ânus do parceiro de encenação".












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