Clássico cult.
Em agosto de 1937, enquanto visitava uma livraria
na Charing Cross Road, em Londres, a autora Elizabeth Smart folheou um pequeno volume de poesias de George Baker - e apaixonou-se perdidamente pelo autor. Mas
era um amor proibido.
Romance semiautobiográfico, obra clássica de prosa poética
intensa e abrasadora, uma espécie de crônica dedicada ao poder visceral do amor
- vulcânico, obsessivo, hipnótico - que é único em sua voz e sensibilidade e se
tornou um clássico cult.
“A expressão do amor de
Elizabeth Smart é arrebatadora, dolorosa, estimulante, encantadora” – Yann
Martell (autor de “A vida de Pi) –
“... um amor ao mesmo
tempo desesperado e triunfante que o leitor pode contemplar, admirado,
horrorizado ou talvez, com inveja”
– The Times –
“Em algum momento, todo bom leitor se depara com 'Na Grand
Central Station eu sentei e chorei'. E reconhece uma emoção que reside
permanentemente em todos nós” – Michael Ondaatje (autor do livro O Paciente
Inglês) –
“Recomendamos
este livro não apenas por seu uso apaixonado e sensual da linguagem, mas também
como um solilóquio comovente sobre o amor e o mundo contemporâneo” – Times
Literary Supplement –
“Construído
como uma progressão única e contínua, parece um grito de êxtase que, sem mudar
de intensidade ou tom, se torna um
grito de agonia” – Spectator –
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